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Presidente participa do Sicomércio 2015 que debateu o cenário econômico nacional

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) promoveu o Congresso Nacional do Sistema Confederativo da Representação Sindical do Comércio (Sicomércio 2015) nos dias 28, 29 e 30 de outubro no Rio de Janeiro e reuniu mais de 1.500 sindicatos de todos os segmentos do País. O objetivo foi debater o cenário político e econômico atual, unificar o discurso para enfrentar a crise e fortalecer a representação patronal. Foram debatidos temas como terceirização, produtividade, modernização das relações do trabalho e custos trabalhistas, entre líderes da representação sindical dos empresários do comércio e convidados.

Segundo Antonio Oliveira Santos, presidente da CNC, em entrevista para o Jornal do Brasil, a intenção do evento foi promover a união entre os empresários do comércio. "O Brasil precisa de um esforço conjunto. O Brasil está um tanto sem rumo, desgovernado, nós estamos sentindo uma crise muito grande. É hora dos empresários do nosso setor se unirem para procurar uma solução que defenda a economia, o resultado dessas empresas", destacou.

O país passa por uma situação muito difícil na política e na economia, acredita o Presidente do SindCFC-MS, Wagner Prado, é preciso se reunir para trocar experiências e alinhar posições para que possamos falar a mesma língua e nos comportar da mesma forma.

“Esses encontros são sempre importantes, principalmente para os sindicatos mais distantes das grandes cidades que têm carência de relacionamento, é um momento em que a gente pode trocar informações necessárias. Aqui recebemos dados e levamos conhecimento para o nosso Estado, para tocar os nossos projetos de acordo com dados concretos da realidade nacional”.

Entre as questões debatidas estava o projeto de lei que eleva o teto de faturamento para que uma empresa possa participar do Simples Nacional. Hoje, para ser incluída no programa, a empresa pode faturar até R$ 3,6 milhões por ano. Pelo projeto de lei, em 2017, o limite passaria a ser de R$ 7,2 milhões. Outras questões destacadas foram: a terceirização no país e a preocupação com a atuação sindical, as negociações coletivas e a modernização das relações de trabalho.

Estre os presidentes dos sindicatos de CFC do Brasil estavam presentes os representantes dos Estados CE, RS, MS, SP e PB.

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